ISO 27001: Segurança da Informação, a norma do futuro!

ISO 27001: Segurança da Informação, a norma do futuro!

Não será exagero dizer que a Informação tem para as Empresas a mesma importância que o oxigénio assume para nós. Sem ela, as organizações pura e simplesmente não conseguem funcionar. Trata-se de um ativo importantíssimo que não pode ser deixado ao acaso.

Dos documentos impressos aos dados eletronicamente armazenados, sem esquecer os conteúdos enviados por email, já para não falar daquela que é intangível (como a experiência e o conhecimento dos colaboradores), a Informação existe sobre múltiplas formas.

No entanto – e enquanto empresas – é preciso que façamos uma pergunta: até que ponto estamos a proteger a nossa Informação? Estaremos a par dos riscos? E dos mecanismos para os contrariar? Tantas perguntas. Vamos por etapas!

 

Ameaças, riscos e consequências

Há muito que as fugas de informação, os ataques informáticos e o roubo/divulgação de dados em massa deixaram de ser matéria de ficção científica ou algo que só acontece às grandes organizações e entidades governamentais.

Num panorama empresarial cada vez mais competitivo, estar ciente dos riscos (e agir de forma a evitá-los) faz a diferença entre quem vê os seus negócios prosseguir a bom ritmo e quem perde significativas doses de tempo, energia e dinheiro a reparar estragos.

Eis algumas das principais ameaças à Segurança da Informação:

  • Erro humano / Negligência;
  • Esquemas de fraude (roubo de identidade, registos de despesas);
  • Atos intencionais (estratégias de extorsão, acessos não autorizados);
  • Ataques à rede (através de vírus, trojans, etc.);
  • Falhas no hardware (avarias, obsolescência…) / software (bugs, dados corrompidos…);
  • Desastres (incêndios, inundações, entre outros).

Mas algo que não se faz esperar são as consequências que estes incidentes trazem às empresas:

  • Interrupção dos negócios, pois é preciso travar os danos;
  • Perdas e custos financeiros;
  • Danos à reputação (risco de perda de confiança do cliente, mercado, parceiros);
  • Desvalorização da propriedade intelectual;
  • Possível quebra de leis e regulamentos, levando a processos ou multas;
  • Sensação de medo e incerteza na cultura empresarial.

 

Segurança da Informação: que vantagens?

Atendendo ao que já referimos, é óbvio que investir em Segurança da Informação é uma aposta num futuro saudável e acautelado para qualquer empresa. Mas também é preciso compreender como ela se materializa.

Acima de tudo, convém lembrar que Segurança da Informação não é um “produto” nem algo que se “compre”, mas sim um processo que se aplica. Para tal, são combinadas várias estratégias e abordagens, que permitem preservar três elementos essenciais:

  • Confidencialidade: as informações só ficam acessíveis aos autorizados;
  • Integridade: a precisão dos dados e o processamento são acautelados;
  • Disponibilidade: as informações ficam disponíveis sempre que necessário.

Já no que respeita às vantagens, elas são claras:

  • Protege as informações do negócio contra ameaças;
  • Garante a segurança e confiança de clientes, sócios e parceiros;
  • Mantém a privacidade e conformidade de processos;
  • Oferece oportunidades para eliminar vulnerabilidades;
  • Minimiza as perdas financeiras ou outros efeitos nefastos;
  • É um catalisador para a continuidade dos negócios

 

ISO 27001: investir na certificação internacional

Agora que conhecemos os riscos que se colocam aos dados das empresas e por que motivo investir na Segurança da Informação é urgente para qualquer tipo de negócio, falta uma última pergunta: como garantir que ela existe e funciona?

A melhor resposta está na implementação de uma Certificação de referência, como é o caso da Norma Internacional ISO 27001. Trata-se de um instrumento que especifica, para cada realidade em concreto, quais os requisitos organizacionais e de gestão para:

  • Estabelecer, implementar e melhorar continuamente o sistema de gestão da Segurança da Informação;
  • Avaliar e tratar os riscos de quebra de Segurança da Informação.

Uma vez aplicados os referidos critérios, a empresa poderá ser oficialmente certificada. Para tal, será apenas necessário que uma equipa de auditores (oriundos de uma entidade independente e reconhecida) faça a verificação in loco da conformidade dos requisitos.

Posto isto, a organização pode usar o estatuto de “Empresa Certificada”, ficando sujeita à realização de uma auditoria todos os anos. Mas, mais importante do que isso, passa a assegurar – de forma eficiente e numa lógica de melhoria contínua – a Segurança da sua Informação.

 

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